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O que me importa a este mundo Descamado de sabores amor e fé Donde también se ha inaugurado otro Ciclo seguro de pranto e dor Son escuras como ruas que se avizinham Son de las tardes y las sanas Es un tiempo oblicuo que estende Ya no vejo, es infinito o tapete ao abismo. Valdemir Guimarães
Teu cuerpo solta-se Voa en forma de pipas de tua rua Em ondas no ar, como pipas nas alturas Teu corpo en ondas, contorno da cintura. Teu padre te olha tu madre se lembra Antes era una chica, agora, ora, ora A adolescencia volta e molha de rojo Una memoria da madre saudosa Os sus cuidados, o trato no cabelo ... otros zelos. Se no me engano Pela calle vazia, na volta de la escuela Longe de casa o no bairro en que mora Adolescente por la vida y por tanto a conocer Geografia, números poesia .... fé Es el camino que sale luego de eso Valdemir Guimarães
Te riso es teu cara Todo que enfim clareou o cuarto En la playa No me olhava no espelho No via crescer los pelos y el baño tomava. Ella está aquí y no me ve como antes No percebe o percebível Que es un metro de precipicio Ou volto a mim ou entro no hospício. Mas teu riso, enfim, iluminar mi tarde sombria Invadiu minha sentinela, subiu na minha cama Olhou no meu rosto y viu en mim. Valdemir Guimarães
À Kaline Entre dentes, risos y lágrimas, haciendo-se de louca Nessas horas frías, lembro-me de sus palabras soltas: - Eu sou meio chorona, sabe! De repente, abreme o peito con tu sable de ternura Por lo tanto E donde una gente menos procura O que antes, verdugo e bruto Agora, arguto e cura. Valdemir Guimarães
When eye no teu eye Vejo de pronto, de soslaio, no teu horto, otro Me dispo, me dano, me engano e saio Da sala, do quarto y la calle sem ter ido. Dejo a la vista que es minguante Respiro y entendo que antes y siempre teu amor Yo en el divido No tenemos nada que ver, todo, fracionados Pela mitad, como en la caída de la moneda, Solo paseo por los dos lados Um lado é meu y otro de teu amado. Teus ais e os meus son parados É um amor silente, calado. Atiende a todos los dias Nem mesmo sabem como sombras dos nuestros corpos Que, cuando suados, se veem sem por si darem-se por amados. Valdemir Guimarães
Poemeto erotic I do not know what this is so I feel it and shut up Watching you swallow and regurgitate and I speak. There will be another holy mouth, another tongue will liquefy What do you do with so much hunger and hunger? Doing this man well? What lips are these that nude wraps me in kisses ageless If it were not for your teeth that time and again Bring me the reality: - Fuck! Without wickedness, from your lips and mouth I would make my stronghold To my tender or inflexible mallet. Valdemir Guimarães
Senti hoje a dor dos gatos que habitan en mi cuarto Estéan ahora en cinco a cuatro cantos No pequeño cuadrado de alcova e sós. A mãe gato partiu. Na verdade, doei-a. E ellos a sós, por hora, vai andando sem rumo Até as suas memórias felinas esquecerem-na. Que no se esconde, fui yo, doeu-me. Igual aos meus gatos Indeciso percorro una corda bamba Se os vejo mirando hacia cualquier lugar Pois penso en mim cuando mi madre también partiu. Valdemir Guimarães