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Mostrando postagens de julho, 2017
O que me importa a este mundo Descamado de sabores amor e fé Donde también se ha inaugurado otro Ciclo seguro de pranto e dor Son escuras como ruas que se avizinham Son de las tardes y las sanas Es un tiempo oblicuo que estende Ya no vejo, es infinito o tapete ao abismo. Valdemir Guimarães
Teu cuerpo solta-se Voa en forma de pipas de tua rua Em ondas no ar, como pipas nas alturas Teu corpo en ondas, contorno da cintura. Teu padre te olha tu madre se lembra Antes era una chica, agora, ora, ora A adolescencia volta e molha de rojo Una memoria da madre saudosa Os sus cuidados, o trato no cabelo ... otros zelos. Se no me engano Pela calle vazia, na volta de la escuela Longe de casa o no bairro en que mora Adolescente por la vida y por tanto a conocer Geografia, números poesia .... fé Es el camino que sale luego de eso Valdemir Guimarães
Te riso es teu cara Todo que enfim clareou o cuarto En la playa No me olhava no espelho No via crescer los pelos y el baño tomava. Ella está aquí y no me ve como antes No percebe o percebível Que es un metro de precipicio Ou volto a mim ou entro no hospício. Mas teu riso, enfim, iluminar mi tarde sombria Invadiu minha sentinela, subiu na minha cama Olhou no meu rosto y viu en mim. Valdemir Guimarães
À Kaline Entre dentes, risos y lágrimas, haciendo-se de louca Nessas horas frías, lembro-me de sus palabras soltas: - Eu sou meio chorona, sabe! De repente, abreme o peito con tu sable de ternura Por lo tanto E donde una gente menos procura O que antes, verdugo e bruto Agora, arguto e cura. Valdemir Guimarães
When eye no teu eye Vejo de pronto, de soslaio, no teu horto, otro Me dispo, me dano, me engano e saio Da sala, do quarto y la calle sem ter ido. Dejo a la vista que es minguante Respiro y entendo que antes y siempre teu amor Yo en el divido No tenemos nada que ver, todo, fracionados Pela mitad, como en la caída de la moneda, Solo paseo por los dos lados Um lado é meu y otro de teu amado. Teus ais e os meus son parados É um amor silente, calado. Atiende a todos los dias Nem mesmo sabem como sombras dos nuestros corpos Que, cuando suados, se veem sem por si darem-se por amados. Valdemir Guimarães
Poemeto erotic I do not know what this is so I feel it and shut up Watching you swallow and regurgitate and I speak. There will be another holy mouth, another tongue will liquefy What do you do with so much hunger and hunger? Doing this man well? What lips are these that nude wraps me in kisses ageless If it were not for your teeth that time and again Bring me the reality: - Fuck! Without wickedness, from your lips and mouth I would make my stronghold To my tender or inflexible mallet. Valdemir Guimarães
Senti hoje a dor dos gatos que habitan en mi cuarto Estéan ahora en cinco a cuatro cantos No pequeño cuadrado de alcova e sós. A mãe gato partiu. Na verdade, doei-a. E ellos a sós, por hora, vai andando sem rumo Até as suas memórias felinas esquecerem-na. Que no se esconde, fui yo, doeu-me. Igual aos meus gatos Indeciso percorro una corda bamba Se os vejo mirando hacia cualquier lugar Pois penso en mim cuando mi madre también partiu. Valdemir Guimarães
Teus seios murcharam, trocaram ofensas No se olham mas na cara. Tuas mamas mesmo caíram Cansaram-se de orgulho y sutiãs. O teu umbigo neste instante guarda intrigas Instiga uma doçura irritante. No te vayas Dele no falo mais, no o adentro No hay falso que sea capaz Teu cuerpo, mi amor, morreu pra mim Velei-o e um dia común, muy sol Flores no campo, amores, ardores e noticias ruinas. Valdemir Guimarães

Enilaka

Afirma-me una medicina Ser asi que envolver e solucionar Una boca mi propia semimucosa. Nela repousas o cigarro em intervalos regulares. Después, o copo a toca, o vino dar-le cor Ou os dedos acham casa, quando aflita Ou curiosa Se excitada, deja escorrer filetes de saliva Umedece-a ... brilha. Abre tu tuerca concha y déjame entre morta y pronto Acordes en lá, cio de madrugada Sugo teus lábios y más nada. Valdemir Guimaraes

Descortina

No hay corazon que no se dobre al riso teu No hay manera de tomar un café Da carta de cigarros furtar más unzinho E de repente, un cielo de nubes dispersas Em desenhos esquisitos se formou ¿Cómo te sientes? Hace mucho más que la belleza por traz de trago, Da xícara del café por tomar, foto, hacer el post del perfil ... Sei lá, são mil coisas ... ¡no descortinar!                          Valdemir Guimarães
Céu, no de estanho, mas estranho Tiempo difícil de distinguir O cidadão do mal ladrão Ruas vazias, opacas personas, inda sim, sigo De manos vacías y solas No hay viento en mi camino para agosto O canción que embale mi corazón. Mis ojos están presos o son suspeitos de corrupción Hasta que vayas a tu ciudad Agora desgenerosa. Tempos difíceis estos sem referencial Sem da musa un sorriso, un aspecto, cualquier señal. Amigos meus, ainda assim, como se me hacen una prece, Humildemente, lhes peço: andemos Antes, é claro, demo-nos como mãos. No hayá poesia, mesmo que medíocre, Pois os tempos son difíceis, O esperanza de una posible alegria, um aventurado gozo, Se uns contra otros debatermo-nos, lutarmos. El tiempo es de noche sin fin, estejamos juntos Próximos do fogo, andemos Una vida es de lucha Daqui yo ya oye o clarim Valdemir Guimarães